O que acontece na comunidade judaica de Santa Catarina passa por aqui. Ações, projetos, celebrações, cultura, espiritualidade e muito mais!

domingo, 17 de abril de 2011

Mensagem de Pessach do Presidente do CJL

 
Em Pessach, festejamos a liberdade. Este conceito, no aspecto histórico, vinculado à saída do Egito, assinala o ato de libertação: deixarmos de ser escravos para começarmos a ser livres. E é onde se tem o início do período da liberdade, que não é somente de um dia, se não a cada dia de nossas vidas.
Escravos fomos no Egito; não nos esqueçamos disso. Hoje, somos livres, e é nessa condição, que construimos nosso destino individual e nacional como povo judeu.

Nós, do Congresso Judaico Latino-Americano, trabalhamos para consolidar a Democracia de nossos países para assegurar a Liberdade, e assim construir nossa identidade como judeus.
Chag Sameach!
Jack Terpins
Presidente CJL

Mensagem de Pessach da Conib

O entardecer do dia 18 de abril marca o início dos festejos de Pessach, quando comemoramos o resgate do povo judeu da escravidão no Egito. O episódio simboliza a luta por um valor extremamente importante na tradição judaica: a liberdade.
Festa da liberdade física e espiritual do ser humano, Pessach evidencia a diferença entre aqueles que se submetem passivamente a um destino pré-estabelecido e aqueles que fazem suas escolhas em momentos decisivos.
A criação do Estado de Israel, em 1948, é um exemplo vivo disso. Israel e o judaísmo sempre foram profundamente enraizados em princípios democráticos.
Há algum tempo assistimos, em diversos pontos do planeta, a manifestações por liberdade. Esperamos que os ventos democratizantes permitam, a diversas populações, libertar-se do autoritarismo e, de forma clara e inequívoca, caminhar rumo a sistemas de pluralismo e de tolerância.
A mensagem de Pessach é a da liberdade. E ela continua, no plano global, mais atual do que nunca.
Claudio L. Lottenberg
Presidente da Confederação Israelita do Brasil

Receitas de Pessach

http://panelinha.ig.com.br/agenda_rita/agenda.phtml?cod_dia=44  

A data é determinada pelo calendário judaico e, tradicionamente, ocorre perto da Páscoa. Por isso, o Pessach também é conhecido como a páscoa judaica. As comemorações, porém, nada têm em comum: enquanto a Páscoa celebra a ressurreição de Cristo, o Pessach celebra o Êxodo do Egito.

Como em outras datas comemorativas judaicas, a mesa no Pessach também é cheia de simbolismos. Em memória aos judeus que fugiram do Egito em tal pressa, cujo pão não teve tempo para crescer, e também seguindo a injunção da Torá, “Por sete dias não se ache nenhum fermento nas vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, aquela alma será cortada da congregação de Israel”( Êxodo, capítulo 12, versículo 19), alimentos que fermentam são proibidos.

No lugar do trigo, cevada, centeio e aveia é usada uma farinha especial que não fermenta, a matzá. Entre os judeus ashkenazim ingredientes como lentilha, ervilha, feijão, milho e arroz também são proibidos, pois podem fermentar. Fécula de batata e amêndoas moídas são usadas no preparo de doces como bolos e biscoitos.

A bandeja do Seder, servida no principal jantar do Pessach, é composta por alimentos simbólicos: chicória para lembrar os tempos amargos da escravidão no Egito; alface mergulhada em água salgada que representa as lágrimas dos escravos; ovo cozido, que lembra o luto pela perda do templo, entre outros...

Veja as nossas receitas de Pessach:

- Chremslach - Panquecas de Pessach
- Knaidlach - Caldo de frango com bolinhas de matzá
- Bolo de amêndoas
- Gefilte Fish - Bolinho de peixe
- Compota de frutas
- Latkes - Bolinho de batata e cebola
- Prune Tzimmes - Assado com legumes e ameixa
- Purê de abóbora
- Repolho roxo com maçã

terça-feira, 12 de abril de 2011

Newsletter Conib - 12-04-11


Conib destaca
Terça-feira, 12 de Abril de 2011
 
1. Os neonazistas são bem mais que meia dúzia, afirma delegado
A recente identificação de 25 gangues de skinheads pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), em São Paulo, e a participação de movimentos de ultra direita no ato de apoio ao deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) no último sábado, na Avenida Paulista, colocam em debate a presença, cada vez mais evidente, de grupos neonazistas no Brasil. Mas há motivos reais para preocupação? Para o delegado Paulo César Jardim, da Primeira Delegacia de Policia de Porto Alegre, a resposta é sim, sobretudo, diante da possibilidade de conexão com outros tipos de criminosos. Responsável pelo comando do Grupo de Combate ao Movimento Neonazista da Polícia do Rio Grande do Sul, Jardim destaca que a quantidade de seguidores dos ideais de Adolph Hitler é "bem maior do que a meia dúzia que as pessoas pensam". Sem revelar detalhes, o delegado, que, no ano passado, alertou o senador Paulo Paim (PT-RS) sobre possível ataque, expressa preocupação particular em relação à proximidade com a Argentina, país escolhido por oficiais nazistas como refúgio após a Segunda Guerra Mundial (Por Ana Claudia Barros, Jornal do Brasil).

Reflexão sobre Pessach- texto de Bernardo Sorj

Pessach
Bernardo Sorj
abril de 2011

Cada ano festejamos Pessach porque a liberdade, para os indivíduos e para a sociedade, é sempre uma travessia, nunca um ponto de chegada, e ela só é possível porque se alimenta do  exemplo e das lutas das gerações passadas.  
Pessach é um momento de reflexão sobre o que nos faz escravos, permitindo que a opressão  se instale   no nosso interior  e nas  nossas  relações. Por isto festejar a liberdade exige refletir sobre a servidão,  sobre o  Faraó que cada um leva dentro de si. 
·         O Farão que só  percebe  a si mesmo.
·         O  Faraó que  deseja que os outros o obedeçam.
·         O Faraó que não aceita que cada pessoa é diferente.
·         O Farão que julga antes de  compreender.
·         O Farão que divide tudo em certo e errado.
·         O Faraó que fala para não ouvir.  
·         O Faraó que teme ideias diferentes as suas.
·         O  Faraó  que ri dos outros sem ser capaz de rir de si mesmo.
·         O Faraó que confunde solidez  com rigidez.
Pessach nos lembra de que o poder material, econômico ou político, não deve ser confundido com o poder de ser internamente livre. Porque a liberdade não se compra nem se impõe, só pode ser construída por cada um e na convivência, inspirando-se em  exemplos, mas  seguindo caminhos que são sempre singulares. Por isso:  
·         Só a liberdade nos leva a valorizar perguntas que questionam nossas certezas e a duvidar de  respostas que confirmam nossas crenças. 
·      Só a liberdade nos permite amar nossos seres queridos sem querer transforma-los em espelhos de nós mesmos. 
·         Só a liberdade nos permite levar a vida a sério, sem nunca  deixar de brincar. 
·         Só a liberdade nos permite aprender coisas diferentes que questionam nossas crenças.
·         Só a liberdade nos permite entender nossas mudanças e das pessoas que nos circundam.  
·        Só a liberdade nos ensina que a vida nunca se reduz ou pode ser contida em leis e conceitos aparentemente rigorosos. 
·         Só a liberdade nos dá o sentido da ironia e do humor.
·      Só a liberdade nos permite entender que toda fronteira usada para classificar os outros é precária e que nunca deve ser transformada numa forma de desclassificar.
·      Só a liberdade permite que a tradição seja uma fonte de sabedoria e não uma camisa de força.
 A afirmação da liberdade é um caminho  que exige rompimentos e distanciamentos de um mundo conhecido e aparentemente seguro.  Mas nada pode eliminar a angustia nem as incertezas.  Ou nos refugiamos na repetição mecânica e em crenças cegas que sufocam a curiosidade, fogem do desconhecido e temem o que está fora de nosso controle, ou as transformamos numa  energia que nos impele a descobrimentos e que nos  faz  crescer,  transformando a vida num processo de  aprendizagem  permanente.
Só podemos lutar contra a servidão se enfrentamos o opressor  e  o oprimido  que  cada um de nos carrega. Porque a escravidão individual é produzida por traumas que nos deixam inseguros e por medos que nos paralisam e nos transformam em  pessoas rígidas e  oprimidas.
·         Um oprimido que se esconde dele mesmo procurando ser igual ao resto.
·         Um oprimido que transforma, por insegurança, o amor em possessão.
·         Um oprimido que odeia o que não controla e o que  não  se  ajusta a sua vontade.
·         Um  oprimido que   foge da mudança, no lugar de se enriquecer com ela.
·         Um oprimido que teme o futuro e a passagem do tempo no lugar de vivê-lo intensamente. 
·         Um oprimido que inferioriza os outros para se sentir superior.
·      Um oprimido que se refugia em grupos e comunidades em torno das quais cria muralhas que desumanizam os que se encontram fora.
A liberdade pessoal só pode ser plenamente realizada em comunidades que permitem a livre  expressão de cada indivíduo. Devemos, portanto,   lutar contra toda forma de opressão política e social. Porque o autoritarismo se alimenta do ódio, estigmatiza quem discorda, transforma o opositor em inimigo e os indivíduos em membros de manadas. Lembrando sempre que não há comunidade onde  não existe justiça social, pois  a pobreza e a miséria geram  excluídos.  
Porque aspiramos a ser livres,  mas nunca nos desprenderemos totalmente dos desejos de opressão, lembramos as grandezas, nem por isso destituídas por vezes de fraquezas,   de  nossos antepassados.   A todos eles, e a todas as pessoas justas de todos os povos e culturas, que fizeram possível que hoje possamos  brindar   á vida e a liberdade:

 Shehechyanu, ve´quimanau ve’higuyanu lazman haze
Que vivemos, que existimos,  que chegamos,  a este momento.   

Video "Pessach - A incrível história da saída dos judeus do Egito".

Renato Aizenman, coordenador do Projeto Israel na Web, nos enviou o video "Pessach - A incrível história da saída dos judeus do Egito".

Newsletter Conib - 11-04-11

Conib destaca
Segunda-feira, 11 de Abril de 2011
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. “Terror e poder”
Com base em matéria divulgada na revista Veja, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados vai apurar as atividades de integrantes de organizações terroristas islâmicas no Brasil. “A revista apresentou (na edição da semana passada) fatos incontestáveis, que nos obrigam a discutir com urgência uma legislação que distinga o que é terror. Em sua regulamentação, ela deve ser rigorosa e, principalmente, expedita nas providências”, disse o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ). A revista cita o questionamento do promotor argentino Alberto Nisman, que investigou os atentados contra organizações judaicas em Buenos Aires nos anos 90 – entre os quais o que matou mais de 80 pessoas na Amia -, que reclamou do fato de o mentor desses crimes, o iraniano Mohsen Rabbani, entrar e sair ileso do Brasil. “As autoridades brasileiras poderiam tê-lo prendido, se tomassem o mínimo cuidado”, disse Nisman ao jornal Clarin (Por Leonardo Coutinho e Laura Diniz, Veja).

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Conib manifesta solidariedade às vítimas de tragédia em escola do RJ

A Confederação Israelita do Brasil, representante da comunidade judaica brasileira,
se solidarizou com as famílias das vítimas do ataque ocorrido nesta quinta-feira, 
numa escola municipal do Rio de Janeiro. Por meio de nota, 
a entidade também renovou seu compromisso com intensificação do trabalho por uma 
sociedade democrática e fraterna.Claudio Lottenberg, presidente da Conib, enviou 
uma carta a Claudia Costin, secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, 
e colocou a confederação à disposição das autoridades, para auxiliar no que 
for necessário para enfrentar as consequências dessa tragédia. 
Sarita Schaffel, presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (Fierj), 
também enviou mensagem de solidariedade à secretária.

Boletim Informativo da Confederação Israelita do Brasil | 06/04/2011 |

Sobre Pessach- nota de David Gorodovits

Pessach é a festa da libertação,celebrando a passagem da totalidade de um povo, da escravidão para a liberdade. Ou melhor, a transformação de uma multidão de escravos em um povo livre! Livre para aceitar a missão de praticar a justiça, defender os órfãos as viúvas e todos os oprimidos, alcançar os mais altos padrões de moral, dignificar a família e difundir o monoteísmo ético para todos os povos. Um caminho cheio de obstáculos, a ser seguido na dimensão do tempo, entre avanços e recuos e que continua em nossos dias.
Pe Sach, a boca fala, traduz a importante determinação repetida por varias vezes na Torá: “E narrarás a teus filhos”.. A noite do Seder se destina a esta narração, mas não se restringe a ela, Na realidade a integridade no cumprimento de mitsvot  na prática da ética e na coerência dos ensinamentos são princípios que, se praticados sempre pelos pais, se tornarão uma ponte de integração entre as gerações, provocando, nos dias atuais, uma nova libertação – a libertação dos padrões que parecem caracterizar o mundo de hoje – incoerência, ódio, terrorismo, descriminação, e transformação do que é verdadeiro em mentiras que justifiquem as ações erradas praticadas por alguns.
Aproveitamos este período de Pessach, em que preparamos com tanto cuidado nossas casas para que nelas não reste nenhuma partícula de Chametz, para reassumir o compromisso de eliminarmos de nossas vidas influencias nefastas e praticarmos junto com toda a família formada por Am Israel os ensinamentos de nossa Torá, de modo que  volte a brilhar no coração de cada judeu a chama que ardia nos corações de Abraão, Isaac e Jacó.
Votos de Pessach Kasher V’Sameach

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Goldstone admite que relatório sobre Gaza continha falhas

Goldstone admite que relatório sobre Gaza continha falhas

Em artigo publicado no Washington Post, juiz encarregado pela ONU de investigar possíveis crimes na guerra em Gaza em 2008-09 afirma que foi o Hamas, não Israel quem atacou civis intencionalmente


Reavaliando o Relatório Goldstone sobre Israel e crimes de guerra
Por Richard GoldstoneWashington Post – 02/04/11
Sabemos hoje muito mais sobre o que aconteceu na guerra de Gaza de 2008-09 do que sabíamos quando presidi a missão nomeada pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU que produziu o que veio a ser conhecido como o Relatório Goldstone. Se eu soubesse então o que sei agora, o Relatório Goldstone teria sido um documento diferente.
O relatório final elaborado pela comissão de especialistas independentes da ONU - presidido pela ex-juíza de Nova York, Mary McGowan Davis - que se seguiu às recomendações do Relatório Goldstone, concluiu que “Israel tem dedicado recursos significativos para investigar mais de 400 denúncias de má conduta operacional em Gaza”, enquanto “as autoridades de fato em Gaza (ou seja, o Hamas) não realizaram qualquer investigação sobre o lançamento de foguetes e morteiros contra Israel".

Boletim Informativo da Confederação Israelita do Brasil | 04/04/2011

Juiz retira acusações contra Israel na guerra em Gaza

Em artigo publicado no jornal Washington Post, edição de 2 de abril de 2011, o juiz Richard Goldstone admite falhas no relatório coordenado por ele, em 2009, sobre supostos crimes de guerra cometidos por Israel durante a guerra em Gaza.

No texto, o juiz afirma estar convencido de que foi o Hamas, não Israel, quem atingiu civis propositadamente durante os combates: “Se eu soubesse então o que sei agora, o Relatório Goldstone teria sido um documento diferente”.

O juiz também aponta a parcialidade do Conselho de Direitos Humanos da ONU e sua história de preconceito contra Israel: “Algo que não tem sido reconhecido com frequência suficiente é o fato de que o nosso relatório marcou a primeira vez em que atos ilegais do terrorismo do Hamas foram investigados e condenados pelas Nações Unidas. Eu esperava que nossa investigação em todos os aspectos do conflito em Gaza iniciaria uma nova era de imparcialidade no Conselho de Direitos Humanos da ONU, cuja história de preconceito contra Israel não se pode duvidar”.

domingo, 3 de abril de 2011

Palestra de Raul Gottlieb, Vice Presidente da WUPJ-LA na AIC no dia 30 de março

A AIC deu início no dia 30 de março ao ciclo de palestras de 2011 com a apresentada por Raul Gottlieb, vice-presidente da World Union for Progressive Judaism-Latin America. O Sr. Gottlieb abordou o tema O que é judaísmo reformista e sua relação com as demais vertentes do judaísmo. Após a estimulante palestra, seguiu-se um animado debate entre os presentes.

Raul explicou que a WUPJ, com sede em Jerusalém, é uma organização internacional, guarda-chuva dos movimentos Reformista, Progressista, Liberal e Reconstrucionista * . É a voz e a alma do maior corpo de judeus religiosos no mundo. Influencia a vida de milhões de judeus que procuram uma expressão tradicional e ao mesmo tempo contemporânea da sua identidade judaica espiritual e cultural.
Em abril de 2004, patrocinada pela World Union for Progressive Judaism – WUPJ, foi realizada em São Paulo, Brasil, a Conferência da Comunidades Judaicas das Américas, uma experiência memorável que reuniu entidades e participantes de vários países da América do Sul. Esta experiência motivou um grande número de atividades e integração entre as congregações liberais da região.
Um escritório oficial foi instalado em São Paulo em fevereiro de 2005. Os principais objetivos são: a integração das congregações progressistas e instituições judaicas no Brasil e na América Latina estabelecendo contatos e conexões entre as estas comunidades; motivar o trabalho voluntário e facilitar o treinamento de lideranças
Encontros bianuais foram realizados em 2006, em Punta Del Este, Uruguai e em 2008, no Rio de Janeiro, Brasil.
Em Israel, o centro do povo judeu, a World Union atende o chamado por pluralismo religioso com programas e instituições reformistas. A presença da World Union cresce na América Latina, Austrália e países na Ásia.
* O Judaísmo Reformista também é conhecido como Judaísmo Progressista ou Liberal. Em Israel é conhecido como Iahadut Mitkademet. 

Ver mais informações no site 
http://wupj-latinamerica.com.br/port/quem_port.htm

Festa de Purim na AIC


A turma do Hashomer Hatzair Floripa organizou na AIC uma divertida festa de Purim. Ao chegar a Associação já eramos surprendidos pela decoração original, que adiantava a alegria que nos esperava. Música fantástica (parabéns ao DJ Vitor), fantasias, jogos de luzes, comidas deliciosas e bebidas diversas foram curtidas pelos presentes, de todas as idades! Valeu!