O que acontece na comunidade judaica de Santa Catarina passa por aqui. Ações, projetos, celebrações, cultura, espiritualidade e muito mais!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Israel oferece bolsa de estudos para brasileiros para cursos em diversas áreas em 2011

A Embaixada de Israel no Brasil, por meio do Centro de Cooperação Internacional Mashav, abriu inscrições para quatro cursos que ocorrerão em Israel em 2011. Para os candidatos selecionados será oferecida uma bolsa de estudos, que inclui hospedagem com pensão completa, assistência e seguro médico durante o período do curso. A passagem aérea não está incluída e as despesas pessoais são por conta do participante.
Serão oferecidos cursos com os seguintes temas: “Treinamento empresarial: Um meio para capacitar mulheres”, “Nutrição em um Ambiente de Mudanças Globais”, “Desenvolvimento rural e gestão de recursos humanos para as comunidades indígenas na América Latina” e “Pesquisa e Desenvolvimento em Segurança Alimentar e Armazenagem de Grãos - Tecnologia e Gestão”.
Para mais informações, os candidatos devem entrar em contato com a Embaixada de Israel em Brasília, em horário comercial, pelo e-mail: dcm-sec@brasilia.mfa.gov.il, pelos telefones (61) 21050500 ou (61) 2105-0507 ou ainda no site da Embaixada.
Criado em 1950, o Mashav, programa israelense de desenvolvimento da cooperação internacional, organiza cursos com bolsa de estudos em seus centros de formação em Israel. Seu objetivo é desenvolver recursos humanos e habilidades profissionais, com ênfase na erradicação da fome e pobreza por meio de proteção ambiental, desenvolvimento comunitário e transferência de tecnologia.

Newsletter Conib - 22-12-10

Conib destaca
Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1.Museu do Holocausto anuncia identificação de 4 milhões de vítimas do nazismo

O museu do Holocausto de Israel (Yad Vashem) anunciou ter conseguido identificar dois terços dos seis milhões de judeus assassinados no genocídio nazista. "Os alemães buscaram não apenas destruir os judeus, mas também apagar qualquer memória deles", afirmou Avner Shalev, diretor do Yad Vashem. "Na última década, conseguimos acrescentar cerca de 1,5 milhões de nomes de vítimas ao banco de dados", diz Shalev, em comunicado. "Uma das principais missões do Yad Vashem desde sua fundação - a recuperação do nome e da história de cada vítima do Holocausto - resultou em esforços incansáveis para resgatar os nomes e identidades dos seis milhões de judeus mortos pelos nazistas e seus cúmplices, tanto quanto possível", destaca a nota (AFP). Leia mais em:
Yad Vashem has compiled list of over 4 million names of Holocaust victims

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Newsletter Conib - 15-12-10

Conib destaca
Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. Reconhecer um Estado palestino é falta de entendimento sobre situação no Oriente Médio, diz Israel


O vice-chanceler israelense, Daniel Ayalon, atribuiu à falta de entendimento sobre a situação no Oriente Médio a decisão de Brasil e Argentina de reconhecer um Estado palestino. Ayalon destacou a importância das relações históricas que Israel mantém com nações latino-americanas e advertiu que Brasil e Argentina “caíram na armadilha de propaganda dos palestinos”. Mas destacou que a atitude dos dois países não deve atrapalhar as relações com Israel. “Continuaremos cultivando as boas relações com países latino-americanos”, acrescentou (Aurora).

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Newsletter Conib - 10-12-10

Conib destaca
Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. “Apoio aos palestinos”

http://sergyovitro.blogspot.com/2010/12/editorial-folha-de-sao-paulo_10.html

Às vésperas do fim de seu mandato, o governo Lula decidiu emitir nota de apoio ao estabelecimento do Estado palestino segundo as fronteiras vigentes até 1967, quando Israel ocupou a faixa de Gaza e a Cisjordânia. Apesar da reação de insatisfação de Tel Aviv, não há novidade na declaração brasileira, nem ela chega a ter efeitos práticos. A manifestação do Itamaraty atende a um pedido da Autoridade Nacional Palestina. Ainda assim, por mais inócua que seja a manifestação brasileira, é imperativo que não se acumulem declarações que possam ser entendidas como um alinhamento com um dos lados em disputa. Assim como é razoável que as negociações tenham como referência limites territoriais reconhecidos internacionalmente, também compete a Israel o direito de se defender contra ataques e grupos extremistas. O Itamaraty não deveria permitir que pairassem dúvidas sobre sua compreensão desse fato. Isenção e equidistância em relação às partes precisam balizar a diplomacia brasileira nos conflitos do Oriente Médio (Folha de S.Paulo – A2). Leia mais em:
“O Brasil e a Palestina”
http://luismilman.blogspot.com/2010/12/o-brasil-e-palestina.html

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Conib lança revista com contribuição judaica ao debate de questões nacionais

Primeira edição fala de meio ambiente e de 200 anos de judeus na Amazônia

A participação judaica na vida brasileira remonta a 1500, quando judeus portugueses aportaram com a esquadra de Pedro Álvares Cabral. Desde então, a comunidade judaica sempre participou do debate sobre as grandes questões de nosso país.

Com o lançamento dos Cadernos Conib, publicação trimestral, a Confederação Israelita do Brasil procura mostrar não apenas a grande participação dos judeus nos debates pelos rumos do país, como também a diversidade de opiniões e o espírito democrático existentes entre seus membros. A Conib, como instituição apartidária, proporciona espaço para manifestações de linhas ideológicas distintas, do ponto de vista político e religioso.

Cada edição dos Cadernos trará um assunto principal, sobre o qual serão apresentadas diversas perspectivas. Nesta primeira edição, são abordados a questão ecológica e o desenvolvimento da Amazônia, num debate que tem como pano de fundo os 200 anos da imigração judaica para a região.

Israelense cantará na entrega do Nobel da Paz

O antor israelense Idan Raichel se apresentará junto com a cantora americana Índia Arie na cerimônia de entrega do Prêmio Nobel da Paz, no dia 10 de dezembro, em Oslo, Noruega. É o primeiro convite do tipo feito a um artista israelense.

Arie é ganhadora de Grammys no gênero Soul, e está trabalhando em um novo CD, em parceria com Raichel. A canção que apresentarão na cerimônia, “Gift of Acceptance” [Dom da aceitação, em tradução livre], está neste novo CD.

“A letra fala sobre a aceitação de outros estilos de vida, outras religiões, outros amores, outras pessoas”, disse ela ao jornal israelense Yedioth Ahronot. Idan completou: ”É uma declaração sobre a minha identidade como israelense e a dela, como americana.”

O cantor é conhecido por suas produções variadas e diversas influências culturais. Em seus álbuns, há músicas em hebraico, amárico (idioma oficial da Etiópia) e até em português. O cantor esteve no Brasil no final de 2009.

Dedicamos um Cabalat Shabat Cultural da AIC em 2009 à música de Idan.

Fonte: blog CONIB

A história de Chanucá em quatro passos


Chanucá, também chamada de Festa das Luzes, comemora a vitória dos judeus sobre o Império Selêucida, em 165 A.E.C (antes da Era Comum), e a purificação do Templo Sagrado, em Jerusalém.

Um guia criado pelo site norte-americano Howcast, que produz conteúdo educativo para grandes audiências, apresenta quatro pontos básicos para entender os motivos da comemoração: contexto histórico, questão política, razões da revolta judaica e o milagre que fundou a comemoração da festa.

O Howcast também mostra como celebrá-la.

Fonte: blog da CONIB

Chanucá na AIC - 5 de dezembro



A AIC, junto com a Wizo e o Shomer,  organizou a celebração de Chanucá.  A festa incluiu relatos sobre a história de Chanucá, música, acendimento das velas, gastronomia de Chanucá e dança israeli. Cada um dos presentes contribuiu com  sua especialidade culinária, além de trazer 1  kg de alimento não perecível por pessoa  para doação ao Hospital Público Celso Ramos em Fpolis.A alegria foi garantida pela presenca de muitas crianças!



Newsletter Conib - 7-12-10

Conib destaca
Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. Países europeus e ONGs comemoram críticas de Dilma Rousseff ao Irã


Países europeus e ONGs na ONU comemoraram as declarações da presidente eleita, Dilma Rousseff, de que estaria disposta a mudar o padrão de votação do País em resoluções que tratem das violações aos direitos humanos no Irã. Para governos, os comentários de Dilma ainda mostram o crescente isolamento que vive o Irã. Mas pedem que a mudança não se limite a temas relacionados com a situação da mulher e dos de direitos humanos. Na Comissão Européia, as declarações de Dilma – em entrevista ao Washington Post - foram muito bem recebidas e uma mudança na posição do Brasil era esperada há anos. “O Brasil é uma democracia que tem papel fundamental hoje nas relações internacionais. Estamos ansiosos para começar a trabalhar com a nova presidente”, disse um diplomata europeu (Por Jamil Chade, O Estado de S.Paulo). Leia mais em:
Deputados elogiam posição de Dilma sobre Irã

2. Presidente eleita acha inadmissível silêncio do Brasil

Diversas vezes durante o governo Lula a presidente-eleita Dilma Rousseff manifestou seu desconforto com a omissão do Brasil em relação a desrespeito aos direitos humanos em países como Irã e Cuba. Em reportagem publicada no Estado no dia 28 de novembro, interlocutores revelaram que Dilma classifica a abordagem de "equivocada" e "desgaste desnecessário". Entre assessores próximos à futura presidente, a percepção é de que "a aproximação com o Irã pode ter custado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o Nobel da Paz" por seu empenho em reduzir a pobreza (Por Patrícia Campos Mello, O Estado de S.Paulo).

3. “Mudança diplomática”

A presidente eleita tem razão ao sugerir uma correção de rumos. O Itamaraty acumula um histórico de intervenções seletivas e politizadas no campo dos direitos humanos, em geral marcadas pelo interesse de contrapor-se ao peso dos EUA na ONU. Um dos setores mais bem preparados do Estado brasileiro, o Itamaraty acerta em seus objetivos de zelar pela independência diplomática e conquistar maior influência para o país nos rumos da política internacional - mas não raro erra no tom e no método para alcançá-los. O governo brasileiro não deve se relacionar com o norte-americano de maneira subalterna. Mas não pode sacrificar o zelo pelos direitos humanos em nome de um antiamericanismo sistemático. São auspiciosos os sinais de que a nova presidente pretende promover correções de rumos na política externa, uma área que se torna cada vez mais mais relevante para o desenvolvimento do país (Folha de S.Paulo – A2).

4. “Dilma com nuances”

Dilma Rousseff não poderia ser mais clara ao reiterar ao jornal The Washington Post, na sua primeira entrevista exclusiva depois de eleita, a distância que guarda da recente abstenção do Brasil na votação de uma resolução na ONU que condena as violações de direitos humanos pelo governo do Irã. Representa uma novidade em relação à posição da diplomacia brasileira. Mas representa, além disso, uma diferença em relação ao estilo de Lula, inclinado a acochambrar. Salvo engano, o episódio marca a primeira divergência pública de Dilma em relação a Lula. Nada que deva causar maior mal-estar entre eles (Por Fernando de Barros Silva, Folha de S.Paulo).

5. “Avanço na política externa”


Foi um encontro da convicção com a oportunidade. A presidente eleita, Dilma Rousseff, escolheu o Washington Post, o matutino da elite do poder da capital dos Estados Unidos, para dar a sua primeira entrevista exclusiva a um jornal desde o triunfo nas urnas de 31 de outubro. Nela, além de confirmar de viva voz que pretende visitar o presidente Barack Obama logo nos dias seguintes à posse, "se ele me receber", Dilma anunciou o equivalente à primeira mudança na política externa da era Lula - e em um dos seus pontos mais polêmicos: a invariável abstenção nas votações sobre violações de direitos humanos denunciadas à ONU (O Estado de S.Paulo – A3).

6. “EUA apostam em nova geração do Itamaraty”

O antiamericanismo dos mentores da política externa do governo do presidente Lula levou a diplomacia americana a apostar numa nova conjugação de forças no Itamaraty, onde jovens mais pragmáticos suplantariam a condução ideológica, responsável até pelo autoexílio de antigos diplomatas brasileiros no exterior. A visão geral sobre o tema foi cristalizada em relatos feitos a Washington em 2009 pelo ex-embaixador dos EUA em Brasília Clifford Sobel, por meio de telegramas divulgados pelo site WikiLeaks (Por Roberto Maltchick, O Globo).

Newsletter Conib - 6-12-10

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Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. Dilma diz ser contra posição do Brasil em relação ao Irã


A presidente eleita Dilma Rousseff afirmou discordar da abstenção do Brasil em votação na ONU de resolução que condenou violações de direitos humanos no Irã. “Não concordo com o modo como o Brasil votou. Não é a minha posição”, afirmou Dilma, que vinha evitando fazer comentários sobre a decisão do Itamaraty. Em entrevista ao jornal The Washington Post, Dilma voltou a condenar o apedrejamento de mulheres no Irã: "Não apoio o apedrejamento (de mulheres). Não estou de acordo com práticas que têm características medievais. Não há nuances e eu não farei nenhuma concessão em relação a isso", garantiu. "Não sou a presidente do Brasil (hoje), mas ficaria desconfortável, como uma mulher eleita presidente, em não me manifestar contra o apedrejamento. Minha posição não vai mudar quando assumir”. Leia mais em:
Apoio a Irã na ONU foi erro, diz Dilma
Dilma defende corte de gastos e reaproximação com os EUA
‘Dilma, o governo do Irã e uma bobagem espetacular!’

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Feliz Chanucá!!




Calendário Hebraico) Data de Início: 25 de Kislev de 5771
(Calendário Gregoriano) Data de Início em 2010: 2 de Dezembro
(Atenção: a data hebraica indica a véspera)

Leia mais sobre Chanucá nos posts seguintes!!